Feliz Ano Novo Maia

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Terminou a 3ª edição do Rock In Rio aqui no Brasil, evento que teve altos e baixos, mas ao que tudo indica de forma geral foi legal.

Assistindo à apresentação do Barão Vermelho com minha excelentíssima mulher, começamos a discutir qual seria o line-up dos sonhos. Claro que isso rendeu altas risadas, ficamos discutindo o assunto um bom tempinho, tanto que me motivou fazer este post.

O Festival dos *meus* sonhos, teria o nome de “Music In Dreams”, afinal uma parcela considerável das atrações já não está viva. Então, como sonhar não custa nada, segue o line-up do meu Festival:
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O vídeo a seguir foi uma experiência que fizemos no escritório que trabalho.

O lance foi sinistro!

O que posso afirmar: na 1ª vez tentamos levantar o colega não conseguimos, imagine levantar alguém c/ 2 dedos. Não dá. Mas, depois do procedimento mostrado no vídeo, não sentimos NENHUMA dificuldade em ergue-lo. Quando eu estava na cadeira (a segunda pessoa que foi erguida), posso dizer que os caras tentaram me levantar na 1ª vez. Realmente fizeram força (estou com 88 quilos) e não conseguiram. Depois do procedimento…

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Areia Movediça A burocracia é um troço que inevitavelmente surge quando alguma coisa se torna grande (empresas, partidos políticos, ong’s, religiões, etc).

Até entendo o processo, mas não aceito muito. Ainda mais quando a burocracia surge motivada em se manter o status quo dos que detêm o poder de decisão. Ela engessa o processo, desestimula as pessoas e acaba com a inovação. Gigantes tombaram (e ainda tombarão) por causa da burocracia e não perceberam, atribuindo o fato a outras razões.

A verdade é que a burocracia é uma areia movediça que vai esgotando as energias de quem cai nela, até paralisar a vítima e matá-la desidrata e/ou de inanição (segundo o Mythbusters não dá para morrer sufocado nela, por não ser possível afundar completamente).

Organização não é sinônimo de burocracia. Deveria existir um sistema que aferisse a perda financeira de uma empresa em função de sua burocracia. Ou algum outro que medisse quantas pessoas deixam de ser voluntárias em Ong’s, instituições religiosas ou partidos políticos por se verem podadas de participarem mais efetivamente do movimento por causa da burocracia existente. Se existissem tais indicadores com certeza seriam criados recursos para se evitar que a burocracia engessasse as coisas.

Formulários, requisições, processos, controles, relatórios, memorandos, autenticações, comprovantes, atas, pautas, planilhas, gráficos, ISO, ABNT, sei lá mais o quê, a princípio tudo isso é relacionado à burocracia. Num primeiro olhar até pode ser, mas usando uma comparação podemos dizer que não é a bala que mata, e sim a pessoa que puxa o gatilho da arma que ela foi disparada. Da mesma forma a burocracia não são todas as coisas listadas acima, na realidade até acho que algumas delas são necessárias para se manter a ordem das coisas. O fato é que a burocracia nasce na cabeça das pessoas.

E não há ocasião mais perfeita para observar como funciona a cabeça de uma pessoa burocrática do que numa REUNIÃO (outra coisa que em arrisco dizer que na maior parte dos casos só acontece por causa da burocracia). Perco metade do entusiasmo quando vou participar de reuniões em que sei que:

  1. O objetivo é acompanhar o andamento das atividades [burocracia detected]
  2. Não possuí uma dinâmica que permita a participação de todos [hierarquia burocrática detected]
  3. Entre os participantes há uma sensação implícita de que é inútil emitir opiniões (especialmente divergentes), pois não serão ouvidas.
  4. A reunião é longa por causa de relatos e não por discussão de ações realizadas ou a serem realizadas.
  5. Reunião do tipo “está tudo combinado e nada acertado”, em que propostas (muitas até boas) são lançadas ao vento.
  6. Reunião para agendar reuniões [burocracia MASTER detected].

Em reuniões com características assim é fácil descobrir como a burocracia vai surgindo e por quem. E como saber se a burocracia não surge da gente? Vale algumas perguntas:

  1. O que eu estou propondo é realmente necessário? Por que?
  2. Vai haver ganho qualitativo/quantitativo de alguma espécie com a implantação da minha proposta?
  3. Minha proposta não vai gerar uma demanda de trabalho que irá engessar o que é mais importante (o “core” da organização)?
  4. As pessoas se engajarão na execução de sua proposta por perceberem a necessidade dela?

Seja sincero ao responder. Se a resposta para as perguntas acima for “não”… é melhor você repensar camarada. Sua ideia é burocrática.

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Fico impressionado com a falta de visão de marketing de algumas empresas para aproveitar boas oportunidades.

Liguei na NET para trocar o combo (TV, internet, telefone) que eu tenho hoje por um mais simples (mal vejo tv e preciso reduzir gastos, hehehe). Conversando com a atendente eu consegui não só reduzir o valor que pago hoje, como também ter acesso a mais canais (acho que uns 10 novos), além de dobrar a velocidade de conexão à internet (de 5 para 10 Mega).

Ela me informou que os preços que pagarei são os praticados hoje, que meu plano era o anterior e que eles estão fazendo a transição conforme os clientes ligam para eles.

Caramba! Que oportunidade eles estão perdendo de fidelizar os clientes!!

Bastava fazer isso para todos os clientes que estão dentro do parâmetro que permite o “upgrade”, ligar para eles e fazer um “merchan” do tipo: “Senhor, estamos ligando – (tem que rolar um gerúndio) – para informar que estamos dobrando a velocidade da sua internet e liberando novos canais, além de conceder um desconto para o senhor. Tudo isso é para que o senhor continue sendo nosso cliente, satisfeito e feliz”.

Se fizessem um negócio desse, eu perguntava onde eu deveria assinar um contrato vitalício de serviço.

Estou falando da NET, mas isso se aplica à várias empresas, se pesquisarmos um pouco deve haver um monte de casos de empresas que fazem coisas parecidas. Empresas que preferem o lucro imediato baseado na falta de informação do consumidor, do que garantir a fidelização do cliente, oferecendo a ele vantagens que ele poderia ter acesso. É muita burrice ao meu ver.

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Este é uma das minhas mais recentes criações.

O que me dá mais prazer neste tipo de trabalho é poder contribuir com uma causa social.

(clique para ampliar)

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Vou estar longe do computador nos próximos dias, por isso antecipo minha singela homenagem para as portadoras de um par de cromossomos X (em especial para todas aquelas do meu círculo de convivência).

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Dia da Mulher

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E-mail marketing falando do crescimento da Stefanini.

(Clique na imagem para ampliar)

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